domingo, 6 de dezembro de 2015
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Os movimentos literários brasileiros
Movimentos Literários
A literatura brasileira é dividida em movimentos literários, cada qual com características e estilos próprios. Veja como surgiram os movimentos, as principais obras e autores.
Castro Alves-Navio Negreiro e outros poemas
Castro Alves
14 de Março de 1847
06 de Julho de 1871 (24 anos)
RESUMO
Castro Alves é um importante poeta do condoreirismo, terceira fase do romantismo. Com fortes ideais políticos, escreveu em favor da abolição da escravatura durante toda a sua carreira. Teve ajuda do amigo Rui Barbosa, com quem compartilhava as ideias abolicionistas. Infelizmente, Alves morreu antes que os escravos fossem libertados, a Lei Áurea foi assinada apenas em 1888.
O baiano sofreu com a doença que acometia muitas pessoas na época, a tuberculose. Sua saúde ficou ainda mais abalada quando foi ferido acidentalmente no pé, precisando amputá-lo depois de tentar diferentes tratamentos.
O autor foi homenageado na Academia Brasileira de Letras, a cadeira nº 7 tem Castro Alves como patrono.
MOVIMENTO LITERÁRIO
Castro Alves pertence ao condoreirismo, que é a terceira fase do romantismo. O movimento tem o social como temática principal. Os autores da época questionavam a escravidão e apoiavam a proclamação da república. Alves é o principal poeta cordoeiro, Fagundes Varela, Tobias Barreto e Luís Delfino também fazem parte do movimento.
EstiloO lado social é muito presente na poesia de Castro Alves. Nos poemas, o autor mostra a miséria humana, mostra como o tratamento dispensado aos escravos era incorreto, colocando-os como heróis. Os amores também inspiraram alguns poemas. O lirismo amoroso está na sua obra, mas é possível perceber também sensualidade e paixão.
É importante ressaltar o poder da oratória nos seus escritos, talvez pelo talento do escritor como orador. Percebe-se assim a ênfase na comunicação.
BIOGRAFIA
Antônio Frederico de Castro Alves, filho de Antônio José Alves e Clélia Brasília Castro, escreveu as primeiras poesias com 17 anos. Nascido na Bahia, o escritor ficou conhecido como “Poeta dos Escravos”, por tratar de questões abolicionistas em seus poemas.
Depois da morte da mãe de Castro Alves, o seu pai se casou novamente e mandou os filhos para Recife. O escritor tentou cursar a Faculdade de Direito, mas não passou na prova. Mesmo assim, foi frequentador assíduo nas sessões da faculdade, era um ótimo orador.
Contra a escravidão, o primeiro poema sobre a questão foi “A Canção do Africano”, publicado em “A Primavera”. Muito interessado no assunto, fundou com os amigos, entre eles Rui Barbosa, uma sociedade abolicionista. Infelizmente, o autor não viveu para presenciar a abolição da escravatura no Brasil.
Com ideais liberais, Castro Alves também escreveu obras sobre a república que estava por vir. No Rio de Janeiro, teve contato com grandes escritores da literatura brasileira, como Machado de Assis e José de Alencar. Publicou grandes obras, como “O Navio Negreiro” e “Espumas Flutuantes”.
O escritor sofreu com a tuberculose desde 1863 e foi uma ferida no pé, proveniente de uma caçada, que causou sérios problemas de saúde. O escritor chegou a ter o pé amputado depois de tentativas mal-sucedidas de tratamento. Foi homenageado com a cadeira nº 7 da Academia Brasileira de Letras, fundada por Valentim Magalhães.
Fontes
Academia Brasileira de Letras
Wikipedia
Wikipedia - Condoreirismo
Fontes
Academia Brasileira de Letras
Wikipedia
Wikipedia - Condoreirismo
APRESENTAÇÃO
Castro Alves foi um praticante, entre muitos outros, da poesia libertária que se associaria para sempre ao seu nome. Alguns de seus contemporâneos gozaram de mais fama que ele, naquele momento. Mas a permanência de sua poesia – em comparação com outros, que foram esquecidos – comprova não apenas a qualidade de seus versos, mas também a força de seu apelo político.
Seu nome é o mais lembrado quando se trata de exemplificar a poesia condoreira no Brasil. A imagem que inspirou a denominação da tendência é bastante adequada: o condor é uma ave exuberante na elegância de seu voo e na altura que alcança, que lhe confere liberdade e a sensação de superação dos limites estabelecidos. O último aspecto conduz a um desejo de extravasamento, enquanto a busca da liberdade leva à produção de uma arte participativa, de temática social explícita. Além disso, a referida exuberância é traduzida nas imagens exageradas que povoam a poesia dessa tendência.
As principais polêmicas de que participa a poesia de Castro Alves dizem respeito a discussões mantidas na época: a luta pela abolição da escravatura, a difusão das ideias republicanas e as questões referentes à participação brasileira na Guerra do Paraguai. O tom dos debates gerados por esses assuntos é reproduzido nos vocativos, que criam um clima de expansão vocal, aproximando o poema do discurso político de praça pública. A linguagem pomposa usada pelo poeta é a base do arrebatamento que ele costumava provocar nos auditórios que o ouviam, formados, principalmente, por estudantes.
O compromisso do poeta com causas sociais não era estranho ao romantismo. Surgido na Inglaterra na segunda metade do século XVIII, o movimento romântico logo se identificou com os ideais libertários dos revolucionários franceses de 1789. O espírito de revolta é uma marca de nascença. Em Castro Alves, esse espírito se manifesta tanto na oposição do indivíduo aos costumes sociais que ele combate, quanto na sua capacidade de se colocar como representante de uma voz que busca a transformação.
CONTEXTO
Sobre o autor
Nascido na Bahia, Castro Alves cursou Direito em São Paulo, entrando em contato com o romantismo byroniano dos jovens estudantes locais. O poeta inglês Byron, além de ter inspirado toda uma geração de escritores sentimentais, também exerceu grande influência na postura combativa e libertária, faceta da qual Castro Alves é o principal representante entre nós.
Nascido na Bahia, Castro Alves cursou Direito em São Paulo, entrando em contato com o romantismo byroniano dos jovens estudantes locais. O poeta inglês Byron, além de ter inspirado toda uma geração de escritores sentimentais, também exerceu grande influência na postura combativa e libertária, faceta da qual Castro Alves é o principal representante entre nós.
Importância do livro
O poema O navio negreiro é um texto fundamental do romantismo brasileiro. Trata-se de uma das grandes justificativas para a qualificação que acompanha Castro Alves até hoje: “o poeta dos escravos”. Os poemas presentes nesta seleção confirmam esse apelido. E “A Cachoeira de Paulo Afonso” mostra que havia lugar para o sentimentalismo na poesia de caráter abolicionista.
O poema O navio negreiro é um texto fundamental do romantismo brasileiro. Trata-se de uma das grandes justificativas para a qualificação que acompanha Castro Alves até hoje: “o poeta dos escravos”. Os poemas presentes nesta seleção confirmam esse apelido. E “A Cachoeira de Paulo Afonso” mostra que havia lugar para o sentimentalismo na poesia de caráter abolicionista.
Período histórico
O romantismo foi um movimento artístico amplo o suficiente para não ser limitado a uma faceta sentimental e idealizadora, que acabou se tornando sua porção mais conhecida. Muitos representantes da escola romântica, como Castro Alves, estiveram envolvidos com grandes questões históricas, transformando seus versos em veículos de transmissão de suas ideias.
O romantismo foi um movimento artístico amplo o suficiente para não ser limitado a uma faceta sentimental e idealizadora, que acabou se tornando sua porção mais conhecida. Muitos representantes da escola romântica, como Castro Alves, estiveram envolvidos com grandes questões históricas, transformando seus versos em veículos de transmissão de suas ideias.
ANÁLISE
O estudante Castro Alves se tornou conhecido por uma peça teatral escrita para oferecer um papel à sua amante na época, a atriz Eugênia Câmara. A peça, Gonzaga ou A revolução de Minas já demonstrava o pendor do artista para a poesia de caráter social, pela qual ele também seria conhecido, antes mesmo de seu único livro publicado em vida, Espumas Flutuantes.
A abordagem das questões sociais é feita de uma perspectiva romântica, o que significa colocar em destaque a visão piedosa. A proposta era infundir no leitor o asco pelo escravocrata e a compaixão pelo escravo sofredor. Os versos da “A canção do africano” cumpriam bem sua missão: “O escravo então foi deitar-se, / Pois tinha de levantar-se / Bem antes do sol nascer, / E se tardasse, coitado, / Teria de ser surrado, / Pois bastava escravo ser. // E a cativa desgraçada / Deita seu filho, calada, / E põe-se triste a beijá-lo, / Talvez temendo que o dono / Não viesse, em meio do sono, / De seus braços arrancá-lo!”
Apesar desse enquadramento da crítica aos parâmetros românticos, a glorificação do negro não deixava de ser, naquele contexto, um gesto ousado. Sua presença na vida cotidiana, sempre como figura degradada, parecia afastá-lo de qualquer possibilidade de transformação em objeto artístico aceitável aos leitores. Castro Alves conseguiu realizar essa tarefa, sem que seus versos tenham perdido qualidade artística.
Sua poesia cria uma imagem heroica e idealizada do negro, em um processo semelhante àquele a que foi submetido o índio na obra de Gonçalves Dias, por exemplo.
O poema narrativo “A Cachoeira de Paulo Afonso” conta a história de um casal de negros enamorados. Os dois resolvem fugir juntos, mas em certo momento decidem deixar que a canoa em que estão deslize pelas águas e despenque da Cachoeira de Paulo Afonso. Como se vê, a temática da escravidão só é abordada marginalmente. Mas é preciso levar em conta que o par central possui o mesmo estatuto romântico conferido a casais brancos nos romances de folhetim: são capazes de amar, de odiar, de manifestar piedade e revolta. Para a sociedade brasileira da época, era ousadia suficiente.
Neste último poema, como em outros do livro, convém destacar a importância do cenário. Nos versos de Castro Alves, ele é descrito com tal intensidade, que quase pode ser visualizado pelo leitor. A natureza, na poesia de Castro Alves, é dotada de grandiosidade: ele fala em oceanos, mares, cachoeiras, imensidões – amplificando o efeito de seus versos, que parecem querer ecoar pelos campos.
sábado, 28 de novembro de 2015
A morte dos ideais
Ainda hoje fui ferido mortalmente,
Cuspi desprezo e vomitei minha convicção,
Por um momento vi o meu rosto desenhado no chão;
As minhas lágrimas,oh !pobres lágrimas
não tiveram outra opção,
Minha dor arrogantemente lhes impuseram
sem razão;
Interiormente fui transformado em um ser violento,
Quando me dê conta,estava indeciso,
entre o que sou e o que fui por um momento;
Meu gemido foi detido
por cadeia silenciosa,
Oh !meu desejo,meu sonho
revive-me de maneira honrosa.
POESIA E REFLEXÃO
Autor:Roque da Mota
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
A história
História é o relato das realizações,conquistas,decepções,vitórias e derrotas.
O tempo serve apenas como referência do fato histórico,mas as suas
consequências refletem em todas gerações seguintes.
Roque da Mota
POESIA E REFLEXÃO
Desejos
Todos os homens buscam a felicidade. E não há exceção. Independentemente dos diversos meios que empregam, o fim é o mesmo. O que leva um homem a lançar-se à guerra e outros a evitá-la é o mesmo desejo, embora revestido de visões diferentes. O desejo só dá o último passo com este fim. É isto que motiva as ações de todos os homens, mesmo dos que tiram a própria vida. Blaise Pascal
POESIA E REFLEXÃO
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Os pássaros da minha terra
Os pássaros da minha terra tem um canto diferente
ao de qualquer lugar,
É um canto der saudade,simples e sem maldade
como a gente de lar;
Até mesmo a andorinha que vagava solitária,
aqui fez sua morada e não quer abandonar,
O beija-flor já espera a primavera,
para ver as flores da caatinga à brotar ;
O assanhaço,o azulão,o sofrê e o cardeal,
já ensaiam o canto matinal
para saudar o outono direto do pomar,
No inverno tudo vira uma festança
comida e água em abundância,
não podemos reclamar;
Os pássaros da minha terra
enchem as matas,campos e serras
com a orquestra natural,
Sua harmoniosa melodia
não tem igual;
nem o calor do verão
que parece judiação,
Consegue calar a melodia matinal
dos pássaros do meu sertão.
POESIA E REFLEXÃO
Autor:Roque da Mota
terça-feira, 24 de novembro de 2015
domingo, 22 de novembro de 2015
Quebraram a minha viola
Queria cantar uma canção
Não posso fazer nada agora,
quebraram a minha viola;
Não posso fazer nenhum refrão,
Quem fez isso parece não ter coração;
Quebraram a minha viola.
Não vou fazer nenhuma apresentação,
Nem mesmo uma entonação,
Conseguiram ferir meu coração;
Quebraram a minha viola.
Meu Deus,o que será de mim agora ?
Que crueldade quebraram a minha viola.
POESIA E REFLEXÃO
Autor:Roque da Mota
INGLÊS
They broke my guitar
I wanted to sing a song
I can not do anything now,
They broke my guitar;
I can do no chorus,
Who did this seems to have no heart;
They broke my guitar.
I will not make any presentation,
Not even an intonation,
Managed to hurt my heart;
They broke my guitar.
My God, what will become of me now?
How cruel broke my guitar.
POETRY AND REFLECTION
Author: Roque da Mota
ESPANHOL
Rompieron mi guitarra
Yo quería cantar una canción
Yo no puedo hacer nada ahora,
Rompieron mi guitarra;
No puedo hacer coros,
¿Quién hizo esto parece no tener corazón;
Rompieron mi guitarra.
No voy a hacer ninguna presentación,
Ni siquiera una entonación,
Gestionado hacer daño a mi corazón;
Rompieron mi guitarra.
Dios mío, ¿qué será de mí ahora?
Qué cruel rompió mi guitarra.
POESÍA Y REFLEXIÓN
Autor: Roque da Mota
CHINÊS
他们打破了我的吉他
我想唱一首歌
我现在不能做任何事情,
他们打破了我的吉他;
我可以做没有合唱,
谁做了这个似乎已经没有心脏;
他们打破了我的吉他。
我不会做出任何陈述,
甚至不是一个语调,
成功地伤害了我的心脏;
他们打破了我的吉他。
我的天啊,会变成什么样子我吗?
如何残酷打破了我的吉他。
诗与反思
作者:罗克达·莫塔
Shī yǔ fǎnsī
zuòzhě: Luōkèdá·mò tǎ
JAPONÊS
彼らは私のギターを壊しました
私は歌を歌いたかったです
私は今、何もできません、
彼らは私のギターを壊しました。
私はコーラスを行うことができ、
これは何の心を持っていないように思わなかった人。
彼らは私のギターを壊しました。
私は、任意のプレゼンテーションをすることはありません、
さえイントネーション、
私の心を傷つけることに成功し、
彼らは私のギターを壊しました。
私の神は、今の私はどうなるのだろうか?
どのように残酷な私のギターを壊しました。
詩とREFLECTION
著者:ロケ・ダ・モタ
ALEMÃO
Sie brachen meine Gitarre
Ich wollte ein Lied singen
Ich kann nichts tun, jetzt,
Sie brachen meine Gitarre;
Ich kann keinen Chorus zu tun,
Wer hat dies scheint kein Herz;
Sie brachen meine Gitarre.
Ich werde nicht machen jede Präsentation,
Nicht einmal eine Intonation,
Es geschafft, mein Herz zu verletzen;
Sie brachen meine Gitarre.
Mein Gott, was wird aus mir jetzt zu werden?
Wie grausam brach meine Gitarre.
POETRY und Reflexion
Autor: Roque da Mota
HEBRAICO
הם שברו את הגיטרה שלי
אני רוצה לשיר שיר
אני לא יכול לעשות כלום עכשיו,
הם שברו את הגיטרה שלי;
אני יכול לעשות שום מקהלה,
מי עשה את זה נראה שאין לו לב;
הם שברו את הגיטרה שלי.
אני לא אעשה את כל מצגת,
אפילו לא אינטונציה,
הצליח לפגוע בלבי;
הם שברו את הגיטרה שלי.
אלוהים שלי, מה יהיה עליי עכשיו?
כמה אכזרי פרצו הגיטרה שלי.
שירה והשתקפות
מחבר: Roque דה מוטה
ÁRABE
كسروا بلدي الغيتار
أردت أن أغني أغنية
لا أستطيع أن أفعل أي شيء الآن،
كسروا بلدي الغيتار.
لا استطيع ان افعل جوقة،
من فعل هذا لا يبدو أن لها القلب؛
كسروا بلدي الغيتار.
وأنا لا تجعل أي عرض،
ولا حتى التجويد،
تمكنت من يصب قلبي.
كسروا بلدي الغيتار.
يا إلهي، ما ستصبح مني الآن؟
كيف القاسية كسر بلدي الغيتار.
الشعر وانعكاس
الكاتب: روكي دا موتا
sábado, 21 de novembro de 2015
Unlike equal-Diferentemente iguais
I wet my black body
the source of hope,
I replaced the adult arrogance
the purity of the child;
Wear the vest white
and I felt so alone,
Cried of pure remorse
that gave pity;
Black life,
my melody,
My Life in black skin,
what a joy !;
tanned skin
by nature,
Among struggles and toils
shows his kingship;
Dress my soul
of all colors, undress me from all vanity,I rested without hate
and without malice, in the arms of equality
POESIA E REFLEXÃO
Autor:Roque da Mota
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Meditação
Ah , se eu soubesse desenhar!
Para a vida mansa em uma tela representar,
Descansando à sombra de uma árvore
em minha rede calma,sossegadamente,
Ouvindo a orquestra matinal dos pássaros,
observando o sol subindo a serra, apressadamente;
O rio correndo tranquilamente
entre os montes,
Trazendo novidades
de terras distantes;
Como toque final
crianças brincando na grama verde,
Emocionado então,dormiria tranquilo
em minha calma rede.
Autor: Roque da Mota
POESIA E REFLEXÃO
Autor:Roque da Mota
Diferentemente iguais
Molhei meu corpo negro
na fonte da esperança,
Troquei a arrogância adulta
pela pureza da criança;
Vestir a veste do branco
e mim sentir tão só,
Chorei de puro remorso
que deu dó;
Negra vida,
minha melodia,
Minha vida em pele negra,
que alegria !;
Pele bronzeada
pela natureza,
Entre lutas e labutas
mostra sua realeza;
Vestir a minha alma
de todas as cores,despir-me de toda vaidade,
Descansei sem ódio
e sem maldade,nos braços da igualdade
POESIA E REFLEXÃO
Autor:Roque da Mota









